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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Guia das Profissões da Folha de S. Paulo classifica a carreira de Relações Públicas como uma das 10 mais promissoras

 

RELAÇÕES PÚBLICAS

Profissional cuida da reputação das empresas

Função tornou-se mais estratégica e valorizada nos últimos anos



CRISTINA MORENO DE CASTRO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

As relações públicas são como uma cesta básica, tão importante quanto feijão e arroz, para o país, as empresas e as pessoas. Quem "vende essa idéia" -no jargão da área- é Paulo Nassar, diretor-geral da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial).

O profissional que coordena essa área responde pela comunicação interna com os funcionários da empresa, assessoria à imprensa e busca de políticas de integração com todos os outros públicos que se relacionam com a instituição.

As maiores empresas instaladas no Brasil incorporaram essa "cesta básica" em seu quadro estratégico de uns anos para cá, aumentando as contratações e os salários do setor.

Segundo pesquisa inédita feita pela Aberje com essas empresas, analistas de comunicação ganham em média por mês R$ 2.800 -enquanto o salário de diretores da área costuma superar os R$ 30 mil mensais.

"Quem cuida da comunicação organizacional é responsável pela gestão da imagem e da reputação da empresa. E isso hoje é irreversível. Esse boom não é só uma tendência de moda", diz a professora de comunicação empresarial da ESPM, Isolda Cremonine.

Graduado em jornalismo, mestre e doutor em relações públicas pela USP, Nassar quer deixar claro que o que está em alta é todo o campo em que vários profissionais -inclusive os relações-públicas- atuam: o da comunicação de organizações.

Mas, para quem quiser pegar o bonde na frente, o curso de relações públicas facilita o ingresso no setor. "Quem faz o curso em nível de graduação já começa com uma vantagem competitiva, com sua formação no campo da atividade relacional. Quem não teve essa formação está procurando ter já num nível de pós-graduação", diz.
Formado em 2006, o paulistano Bruno Carramenha, 23, é exemplo dessa vantagem. Ele faz estágios desde o primeiro ano de faculdade e nunca esteve desempregado. Hoje trabalha na agência de relações públicas LVBA, que atende a empresas do porte de Nokia, Warner e Bayer. Ele afirma que a situação dos colegas também é boa. "Do meu grupo da faculdade, todos estão empregados."

Os estudantes costumam aprender noções de administração, psicologia social, marketing, opinião pública e recursos humanos -currículo que atraiu Milena Cândido, 18. Ela trocou artes cênicas por relações públicas. "Acho que terei mais oportunidades."

SAIBA MAIS

LIVROS
"Tudo é Comunicação", Paulo Nassar
"Relações Públicas e Modernidade", Margarida Kunsch

FILMES
"Hancock" (2008)
"Mera Coincidência" (1997)

CURSO: 4 anos

R$ 1.543 é o piso salarial, diz o sindicato dos relações-públicas de SP

 

 

+ profissional

"Curso traz facilidade para lidar com crises"

Elisa Prado, 46, não teve sorte ao se formar em relações públicas, há 25 anos: demorou um ano e meio para conseguir trabalhar em sua área, que era "fechada". Hoje dirige a comunicação da TetraPak na América Latina.

FOLHA - Como a sra. vê essa área nos próximos anos?
PRADO - Sinto que está desenvolvendo muito. Antes era muito menos estratégica e mais tática. Hoje está se tornando cada vez mais estratégica. Terá cada vez mais importância nas empresas.

FOLHA - Há alguma vantagem para quem se graduou em relações públicas?
PRADO - O curso traz facilidade para lidar com todas as questões que aparecem dentro da empresa e com gerenciamento de crises. Coisas que você não vai ter conhecimento se fizer publicidade ou jornalismo. Talvez esse seja o grande diferencial.

Pergunta vestibulanda
MILENA CÂNDIDO - Como é seu dia-a-dia?
PRADO
- Leio pelo menos três jornais por dia. Como é uma empresa global, preciso estar sempre fora do país acompanhando projetos, coordenando equipes na América Latina. E, praticamente duas vezes por semana, vou a eventos.

 

 

Fonte: http://www.aberje.com.br/novo/acoes_noticias_mais.asp?id=242

 

 

.Enviado como contribuição pelo Prof. Rodrigo Alves Marques

 rodrigorpnewton@yahoo.com.br

 

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

MALHA FERROVIÁRIA NO BRASIL

Falando sobre a malha ferroviária no Brasil, pouco ou quase nada tinha sido
realizado desde a época do império. Mas a Vale tem alterado esta
mentalidade, hoje existem numerosos projetos de ampliação, e aumento desta
malha.
As ferrovias são classificadas em: EFVM - Estrada de Ferro Vitória-Minas,
que em 2007 foram investidos 23 milhões de reais na construção de novos
viadutos, aumentando a segurança da carga transportada e retirando passagens
de níveis que também gerou maior segurança para os pedestres, atravessa os
estados de Minas Gerias, Rio de Janeiro, Espírito Santo Bahia e Sergipe; EFC
- Estrada de Ferro Carajás, com numerosos projetos e o principal sendo a
ferrovia Litorânea Sul, em fase de licitação, o importante projeto em
andamento, mudando a vida de muitas e muitas pessoas no Brasil e
principalmente no Pará, em Parauapebas. E a FCA - Ferrovia Centro atlântica.
que opera com 12 mil vagões e 500 locomotivas, transporta todo tipo de carga
e também passageiros. O projeto mais importante desta ferrovia, é a
Travessia Ferroviária de Belo Horizonte, que já foi projetada e orçada e
está na fase de desapropriação, vai movimentar a maior parte da malha no
entorno de BH até General Carneiro e Caetano Furquim, e com certeza gerará
muita mão de obra, principalmente terceirizada.
São 9.863 kms de trilhos, 6 terminais portuários.
Mas a comunicação que para nós no Sudeste é acessível de todas as formas não
acontece no Norte, muitas dificuldades são encontradas no caminho, para se
achar determinado tipo de produto, que na grande maioria das vezes acabarão
por vir de fora, tipo sudeste e sul, pois não há na região. Quando se
trabalha com orçamento, e no caso especializado, temos que encontrar vários
caminhos, para orçar o projeto, o que tem dado certo na região norte são os
grandes parceiros que temos feito por exemplo, preciso de um material, na
lista telefônica tem alguns fornecedores, mas nem todos têm exatamente o
procuro, então acabo por fazer amigos, tipo "João, é a Margareth de BH, como
vai? Estou precisando de ... você pode me indicar quem trabalha com este
material ai?" E recebo de volta ligações, fax, e-mail com várias indicações,
estou criando uma rede um catálogo, é isto acontece todos os dias, estou com
uma lista extensa!
Átravés do portal da Vale : www.vale.com, pode-se se conhecer mais sobre o
assunto, valendo a pena acessar pois o é muito interessante, e podemos
conhecer mais sobre ferrovias, que também foi "esquecida" pelos governos por
longos anos.

Fonte : Portal da Vale e minha experiência e opiniões.

Margareth Malta
Curso Superior Tecnológico - RH